segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Confiança Durante os Os Eventos Finais

Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem, ou de sabedoria. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado. E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós. I Cor. 2:1-3. 

Virão tempos em que a igreja será despertada pelo poder divino, e fervorosa atividade será o resultado, pois o vivificante poder do Espírito Santo inspirará seus membros a saírem e buscarem almas para Cristo. Mas quando essa atividade se manifestar, os mais fervorosos obreiros só estarão seguros se confiarem em Deus, por meio de constante e fervorosa oração. Terão necessidade de fazer fervorosas súplicas para que, pela graça de Cristo, sejam salvos de ficarem orgulhosos em seu trabalho, ou de fazerem de suas atividades um salvador. Têm de olhar constantemente a Jesus, a fim de reconhecerem que é Seu poder que faz a obra, e serem assim habilitados a atribuírem a Deus toda a glória.

Seremos convidados a fazer os mais decididos esforços para estender a obra de Deus, e a oração ao nosso Pai celestial será muitíssimo necessária. Será preciso empenhar-se em oração secreta, em família e na igreja. Nossos lares devem ser postos em ordem, e envidados diligentes esforços para interessar todos os membros da família nos empreendimentos missionários. Devemos procurar envolver a atenção de nossos filhos em zeloso trabalho pelos que não estão salvos, de maneira que, em todas as ocasiões e em toda parte, eles façam o máximo que lhes for possível para representar a Cristo.

Mas não olvidemos que, à medida que aumenta a atividade, e somos bem-sucedidos em fazer a obra que tem de ser realizada, há o perigo de confiarmos em planos e métodos humanos. Haverá tendência para orar menos, e ter menos fé. Corremos o perigo de perder o senso de nossa dependência de Deus, o Único que pode fazer com que nosso trabalho seja bem-sucedido; mas se bem que essa seja a tendência, que ninguém pense que o instrumento humano tenha de fazer menos. Não, ele não tem de fazer menos, porém mais, mediante a aceitação do celeste dom, o Espírito Santo. O mundo não conheceu a Deus por sua própria sabedoria, e todo poder humano é naturalmente, em maior ou menor grau, oposto a Deus. Devemos olhar para Jesus e cooperar com os instrumentos celestiais, apresentando nossos pedidos ao Pai em nome de Jesus. - Review and Herald, 4 de julho de 1893.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Santificados, Mas Não Sem Pecado

"Mas vós sois dEle, em Cristo Jesus, o qual Se nos tornou da parte de Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção, para que, como está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor. I Cor. 1:30 e 31.

É aqui que podemos distinguir entre a santificação genuína e a falsa. A santificação não consiste meramente em professar e ensinar a Palavra de Deus, mas em viver de acordo com a Sua vontade. Os que afirmam ser sem pecado e fazem alarde de sua santidade são presunçosos, e não compreendem seu perigo. Ancoram a alma na suposição de que, tendo uma vez experimentado o poder santificador de Deus, não estão em perigo de cair. Conquanto afirmem ser ricos e abastados, e não precisar de coisa alguma, não sabem que são miseráveis, pobres, cegos e nus.

Aqueles, porém, que realmente são santificados, têm consciência de sua debilidade. Sentindo sua necessidade, vão a Jesus em busca de luz, graça e força, pois nEle habita toda a plenitude e só Ele pode suprir suas necessidades. Estando cientes de suas próprias imperfeições, procuram tornar-se mais semelhantes a Cristo e viver de acordo com os princípios de Sua santa lei. Este contínuo senso de ineficiência conduzirá a tão completa dependência de Deus, que Seu Espírito será exemplificado neles. Os tesouros do Céu se abrirão para suprir as necessidades de toda alma faminta e sedenta. Todas as pessoas com tais características têm a certeza de que um dia contemplarão a glória daquele reino que, por enquanto, a imaginação só pode formar uma pálida idéia.

Os que sentiram o poder santificador e transformador de Deus não devem cair no perigoso erro de pensar que são sem pecado, que atingiram o mais elevado estado de perfeição e que estão fora do alcance da tentação. O padrão que o cristão deve manter diante de si é a pureza e amabilidade do caráter de Cristo. Dia a dia ele poderá revestir-se de novas belezas e refletir sobre o mundo mais e mais da imagem divina." - Bible Echo, 21 de fevereiro de 1898

sábado, 30 de abril de 2011

É Perigoso Duvidar do Espírito - Review and Herald

“Quando Deus atua o coração dos homens, a fim de atraí-los para Cristo, parece que incide sobre eles um poder coercivo, e eles creem e se entregam à influência do Espírito de Deus. Mas, se não mantêm a preciosa vitória que Deus tem dado; se permitirem que revivam velhos costumes e hábitos, e condescendem com diversões ou luxo mundano; se negligenciam a oração e deixam de resistir ao mal, então são aceitas as tentações de Satanás e eles são levados a duvidar da veracidade de sua experiência anterior. Verificam que são fracos em poder moral, e Satanás lhes declara que não adianta fazerem tentativa de levarem uma vida cristã. Ele diz “A experiência que julgáveis ser de Deus era somente o resultado de indevida emoção e impulso”.
Logo que o instrumento humano acolhe essas insinuações do maligno, elas começam a parecer razoáveis, e então aqueles que não deviam acreditar nisso, que tiveram mais longa experiência na obra de Deus, reforçam as sugestões de Satanás, e o Espírito Santo é ofendido pela alma. Há os que, quase imperceptivelmente, chegam a tomar essa atitude, mas voltam imediatamente a si quando percebem o que estão fazendo; outros, porém, continuarão a resistir ao Espírito Santo, até que a resistência lhe pareça a virtude.
É perigoso duvidar das manifestações do Espírito Santo, pois se este Agente é posto em dúvida, não resta algum poder de reserva pelo qual possa atuar no coração humano. Os que atribuem à obra do Espírito Santo a instrumentos humanos, dizendo que uma influência escusa atuou sobre eles, estão separando a alma da fonte da benção.” – Review and Herald, 13/02/1894

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Nossos Temas - 1888 Materials

“Esses são nossos temas: Cristo crucificado por nossos pecados, Cristo ressuscitado dentre os mortos, Cristo nosso intercessor diante de Deus e, intimamente ligado a esses está o ofício do Espírito Santo, o representante de Cristo, enviado com poder divino e dons para conceder aos homens.” – 1888 Materials, p. 1455.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Barulho e Contenda - Mensagens Escolhidas

"Barulho ruidoso e contenda não devem ser permitidos em nenhum dia da semana; mas no sábado todos devem manter silêncio. Não devem ser ouvidas ordens em voz alta em nenhuma ocasião; mas no sábado isso é completamente impróprio". - Mensagens Escolhidas, vol. 3, 257.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Condenados Por Não Crer Na Verdade - Patriarcas e Profetas

“No Juízo, os homens não serão condenados porque conscienciosamente creram na mentira, mas porque não acreditaram na verdade, porque negligenciaram a oportunidade de aprender o que é a verdade.” – Patriarcas e Profetas, pág. 55.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Satanás Tenta a Desconfiar do Amor de Deus - Patriarcas e Profetas

"Tal tem sido a obra de Satanás desde os dias de Adão até o presente, e com a mesma tem ele prosseguido com grande êxito. Ele tenta os homens a desconfiarem do amor de Deus, e a duvidarem de Sua sabedoria. Está constantemente procurando excitar um espírito de irreverente curiosidade, um inquieto, inquiridos desejo de penetrar os segredos da sabedoria e poder divinos. Em seus esforços para pesquisarem o que Deus foi servido recusar-lhes, multidões descuidam-se das verdades que Ele revelou, e que são essenciais para a salvação. Satanás tenta os homens à desobediência, levando-as a crer que estão a entrar em um maravilhoso campo de saber. Mas tudo isto é um engano. Desvanecendo-se com suas idéias de progresso, acham-se eles conculcando os mandamentos de Deus, colocando os pés na senda que leva à degradação e morte.” – Patriarcas e Profetas, pág. 55.